quarta-feira, 12 de agosto de 2015

A magnífica nave voadora do Rei Salomão

Mitos, lendas e textos sagrados da antiguidade falam a respeito de um número de personagens históricos que estavam em posse de charretes ou naves voadoras.

O Rei Salomão era, de acordo com textos da antiguidade, não somente um homem muito sábio, mas também tinha acesso a uma notável tecnologia altamente sofisticada e possivelmente alienígena.

O templo do Rei Salomão, sua enorme riqueza e seus incríveis dispositivos de alta tecnologia ainda permanecem num véu de mistério.




O site MessageToEagle.com anteriormente escreveu sobre o Shamir mágico do Rei Salomão, que podia cortar através de qualquer rocha. O Shamir era um aparelho alienígena de alta tecnologia, o qual possuía a habilidade de alterar a rocha, o ferro e o diamante. Igualmente intrigante eram as misteriosas minas do Rei Salomão.

Fontes antigas contam que a riqueza do Rei Salomão foi uma das maiores do mundo e o grande e sábio rei possuía toneladas de ouro. Mas, de onde veio esta fortuna?

Na Bíblia está escrito que os servos de Salomão viajaram para Ophir e trouxeram daquele lugar ouro, 420 talentos (aproximadamente 20 toneladas). Mas é aí que as pistas acabam. O local chamado Ophir, parece, foi destinado a permanecer um mistério. A localização da legendária Ophir nunca foi estabelecida.

É verdade que o Rei Salomão foi considerado um homem sábio em seus dias, mas a sua assim chamada sabedoria não o levaria muito longe hoje.

Um dos exemplos de seu raciocínio “ilógico e cruel” fala da forma com que ele resolveu uma disputa de maternidade entre duas mulheres.

Sua solução foi cortar a criança no meio. A mãe real, para evitar a execução da sentença, abdicou da criança. Ficamos imaginando se o Salomão iria até o fim com o que houvera decretado.

E o rei disse, “Traga-me uma espada“. Assim uma espada foi trazida até o rei.

E o rei disse, “Divida a criança e duas, e dê metade para uma, e metade para a outra“.

Ele construiu um lugar para Moloch. O culto a Moloch foi associado ao sacrifício da criança.

Então Salomão construiu um local alto para Chemosh, a abominação de Moab, e para Moloch, a abominação dos amonitas, sobre a montanha ao leste de Jerusalém.

E assim e ele o fez para todas a suas esposas, que queimavam incenso e ofereciam sacrifícios aos seus deuses. (1 Reis. 11:7-8)

As escrituras antigas também revelam que o Grande Rei Hebreu era proprietário de uma magnífica nave voadora. De acordo com Kebra Negast (“Glória dos Reis”), um antigo e importante documento da Etiópia, o Rei Salomão foi visitado pela Rainha de Sabá, que cruzou o Mar Vermelho até onde hoje está o Iêmen, e para cima até Jerusalém, para visitar a corte do Rei Salomão.

Sua meta era a de ver a importante Arca da Aliança e ela estava fascinada pelas histórias da sabedoria do Rei Salomão, as quais haviam alcançado o seu país.

Ela ficou com Rei Hebreu por alguns meses. Então ela retornou para seu próprio reinado e deu a luz a filho do Rei Salomão, Menelik I.


De acordo com Kebra Negast, o Rei Salomão visitava Makeda e seu filho Menelik, através do voo num “carro celeste”. ”O Rei… e todos que obedeciam a sua palavra, voavam no vagão, sem dor e sofrimento, e sem suor ou exaustão, e viajavam num dia uma distância que demoraria três meses para atravessar (a pé).”

Atravessando o Oriente Médio, até a Caxemira, estão as montanhas conhecidas como os “Tronos de Salomão”, inclusive uma montanha com o pico plano, no noroeste do Irã, chamada de Takht-i-Suleiman (Trono de Salomão).

Tem sido conjecturado que estas podem ter sido as bases de pouso para a nave aérea de Salomão.

Não podemos facilmente descartar a história da nave antiga do Rei Salomão, pois ele foi um dos muitos indivíduos que possuiu máquinas voadoras, como descrito em muitos textos antigos.


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